A campanha inteira, com as mesmas duas pessoas.
É a oferta que usa todas as outras. Uma ideia só, desdobrada em peças que conversam entre si, com um plano dizendo onde cada uma passa. Ninguém repassa para terceiro e você explica o negócio uma vez só.
Peça bonita que não conversa com as outras é dinheiro jogado fora. Quando cada fornecedor entrega um pedaço, o roteiro não sabe onde o filme vai passar, o corte vertical vira sobra do horizontal e o anúncio recebe uma peça que não foi feita para ele.
A campanha nasce inteira: a ideia decide o roteiro, o roteiro decide a diária, e o plano de mídia decide o formato de cada corte antes de a câmera ligar. Quem escreveu estava na gravação, e quem filmou leu o plano. É a mesma dupla do começo ao fim.
Um filme principal, os cortes verticais, as peças estáticas da mesma captação e o plano dizendo onde cada uma passa. No fim, um relatório em língua de gente, sem painel que ninguém abre.

O que todo mundo pergunta antes de chamar.
Vocês filmam ou terceirizam?
A gente filma. Quem escreve estava na gravação e quem filma leu o plano de mídia. É por isso que a campanha inteira custa o que custa e sai como foi combinado.
Preciso aparecer na câmera?
Não. Boa parte do que a gente faz é sem rosto de dono, com produto, mão, ambiente e texto. Se você quiser aparecer, a gente dirige.
Em quanto tempo fica pronto?
Depende do porte, e a gente combina a data antes de começar. O que não muda é que a diária é marcada com dia e hora, não com “quando der”.
Tem uma ideia rodando? Manda, mesmo crua.
A primeira conversa é sem custo e sem compromisso. Você conta o que está incomodando e a gente diz o que faria primeiro.